- Senhora presidente, apenas para contribuir, o nosso partido é o Democratas. Nós não usamos a sigla, é Democratas.
- Pois não, senhor deputado Gelson Merísio. PD. Partido dos Democratas. Agora sim, o senhor deputado Cesar Souza Júnior.
- Muito obrigado senhora presidenta! Nosso líder, deputado Gelson Merísio, a sigla que o partido passou a adotar a partir de agora é D25 e não mais DEM. Será D25. É essa a sigla partidária que utilizaremos a partir de agora.
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Renovação, crise de identidade ou jogada de marketing – pouco importa. O fato é que um ano depois de deixar de ser o sisudo e conservador Pfl para se tornar o protetor dos contribuinte e ecologicamente correto Democratas, os ex-pefelistas têm alguns resultados para mostrar. O número de filiações cresceu em Santa Catarina. Menos do que o crescimento registrado pelos companheiros de tríplice aliança, mas o suficiente para sair da estagnação registrada nos últimos anos.
Além disso – ou por causa disso – pela primeira vez desde 1996, o partido parece realmente estar disposto a deixar de lado a tranqüilidade da acomodação em uma coligação pela aventura de disputar como cabeça-de-chapa as eleições dos três maiores municípios do estado. João Paulo Kleinubing deve encarar um páreo duro na campanha pela reeleição contra o ex-prefeito e deputado federal Décio Lima (Pt). Em Florianópolis, César Souza Júnior briga para ser a novidade de uma eleição que já nasce polarizada entre o prefeito Dário Berger e a família Amin. A situação não deve ser mais confortável em Joinville, onde Darci de Matos ainda lidera, mas vai ter que brigar muito para não perder os votos que tem para herdeiro natural deles: o candidato indicado por Luiz Henrique da Silveira (Pmdb), no caso, Mauro Mariani (Pmdb).

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1 comentário:
Mas o TSE já autorizou a mudança na sigla?
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